22 de maio de 2011

Soldado Marimbondo


Banda de um homem só
Se você não conhece, com certeza vai ouvir falar muito nesse nome que tem tudo pra se destacar no cenário musical: Thiago Juliani, vocal e guitarra da banda Soldado Marimbondo

Quando decidiu ser músico, o umuaramense de 24 anos passou um fim de semana inteiro no sítio de um amigo gravando cinco músicas na companhia de Ton e Lobão do trio Nevilton.

O cara teve banda de heavy metal na adolescência mas hoje faz mesmo uma belezura de rock. Tocou quase um ano com dois amigos que, por motivos técnicos, recentemente saíram do projeto. Agora Thiago está de mudança para São Paulo onde pretende reformular o grupo e focar na profissionalização do seu trabalho.

Suas músicas são de composição própria e falam de tudo que a inspiração manda. A letra de Bom Selvagem, por exemplo, foi escrita ainda na graduação e tem referências da psicanálise, curso no qual o jovem é formado.

Confiram o som do rapaz aqui. Super recomendado!

21 de maio de 2011

Rock do Interior...

... da alma!

Várias bandas tocando em sequência pra não deixar ninguém parado é o que promete o evento super bacaninha desse sábado (21).

Esse fim de semana rola um Festival de Música no pedaço. O festerê é promovido pela UEM campus Umuarama e terá umas 10 horas de duração. Haja fôlego!

Será realizado na chácara dos funcionários da Viação Umuarama a partir das cinco da tarde e serão servidas, até as oito, doses de tequila a camaradas R$2,50.

Como principais atrações teremos, para deleite da legião de fãs que vem se formando, Nevilton - trio umuaramense independente intitulado pelos integrantes de fino rock presidencial (do conhaque, sabe?!); e o querido Thiago Juliani e sua trupe com Soldado Marimbondo abalando as estruturas emocionais da galera.


Mas novidade mesmo será a presença da Cia Paranaense de Circo Teatro que não vai deixar barato e,  paralelamente às bandas, fará uma apresentação em tecido.

Os ingressos, agora, só na portaria a precinho popular (10 mangos). Imperdível!

7 de maio de 2011

Blues

Ao som de Come Back to my Arms sinto-me feliz de postar boas novas umuaramenses.

Fui ontem, pelo Portal Umuarama, fotografar a moçada lá no Sucão. A casa está bonitona e o atendimento melhorou bastante - claro que estamos pagando muito bem por isso.

Lá, o Portal fez uma entrevista com Décio Caetano Blues Band. E eu aproveitei pra dar uma de tiete. Tirei foto, beijei, abracei e peguei no pé - literalmente. Não resisti ao ousado estilo do guitarrista Décio que combinava terno cinza e sapatos brancos, lindamente. 

O espetáculo foi devidamente apreciado pelo pouco, mas seleto público amante do blues. Os presentes ficaram na maior satisfação com o desempenho do grupo. Principalmente o do contra baixista que arrancava suspiro de marmanjo por conta da sua performance. E tinha gente chorando lá, que eu vi!

Também teve a apresentação de abertura do show, por Abner Costa Trio, que não deixou a desejar em nada. Esse pessoal é daqui da terrinha do índio e também dá entrevista ao Portal essa semana.

No fim da noite, mais precisamente no início da manhã, pra fechar legal, ganhei a palheta que Décio Caetano usou durante o show - tietagem total!

Making off

Luz no fim do túnel

Catuta e Beto Batera

Em entrevista

Tem muito mais aqui.

1 de maio de 2011

Webwriting

Sabadão. Pão e circo pra superar a semana de trabalho árduo (?). Vai nessa!

Lá fui eu, ontem, assistir uma palestra sobre Webwriting - como escrever na internet, com Leonardo Revesso. O título dispensa explicações e foi aqui mesmo em Umuarama, com duração de cinco horas (um pouco menos, devido o cansaço da galera).

O cara sabe bem do que fala e fala bem sobre o que sabe. Num clima bem descontraído, a apresentação foi dividida em dez mandamentos bastante úteis e simples. 

As dicas dele já estão sendo postas em prática. E uma delas - que considero a principal - é ser sucinto. Quem procura informação na internet não tem tempo, quer objetividade e informação de bandeja (como ele mesmo disse). Por isso os parágrafos devem ser curtos e espaçados - ficam mais fáceis de ler.

O clichê "uma imagem vale mais que mil palavras" também vale. Coloque sempre uma imagem pra ilustrar o assunto que fica mais atrativo.

A posição do texto na tela fica melhor do lado esquerdo, que é pra onde olhamos primeiro. Por isso eu mudei a posição dos gadgets aqui.

Destaque as palavras que mais têm importância dentro do texto, de modo que passe a informação necessária sem que o internauta tenha que ler todo o conteúdo.

Por aí vai...

Fato é que mais do que nunca eu precisava de um curso desses. É que agora, além de escrever aqui, eu também vou me arriscar nos posts do blog da agência Prestige, onde eu trabalho.

19 de abril de 2011

Degustando Símbolos

O ato de alimentar-se não só satisfaz a necessidade do corpo como também da mente (nesse caso de uma curiosa – Eu!). Quero dizer que o ser humano em particular, constrói em torno da refeição uma série de simbolismos. De modo que cada atitude à mesa, utensílio utilizado e prato servido representam uma ideia. Como se fosse uma mensagem subliminar impregnada em cada gesto, objeto e alimento. Trata-se da representação mental gerada culturalmente. E cultura nada mais é que entendimento desenvolvido. Logo, penso que os episódios vividos pela sociedade original foram inseridos nas sociedades subsequêntes – passado de geração em geração.

Baseado nessas reflexões é possível assimilar a alimentação como verdadeiro ritual no qual tudo tem significado.

Permitam-me abrir um parêntese. Tratemos as religiões (com toda imparcialidade, claro!). As religiões podem ser consideradas formas de sociedade, partindo do conceito de que são constituídas de indivíduos que partilham leis comuns.

Agora me permitam uma comparação. Na dieta judaica, por exemplo, há os alimentos impuros e puros. Os primeiros são, entre outros, carne de porco, sangue e misturas de carne e leite. A separação se estende inclusive aos objetos usados no preparo dos alimentos. A faca que corta a carne não passa a manteiga nem corta a caixinha de leite. Os judeus ensinam que o lar é como um pequeno santuário, sabe!? Onde a mesa é tipo um altar. O maior cuidado deve ser tomado para que somente o que estiver de acordo com a lei judaica seja ofertado sobre o "altar do templo". Portanto, deve-se cuidar para que somente o “puro” seja levado à mesa. Nada de picanha mal passada, leitoa desossada à pururuca, estrogonofe... 

Esta separação entre lícito e ilícito, por assim dizer, é determinada pelo deus de cada grupo religioso. A interpretação difere, mas o símbolo é o mesmo, saca?
Olha só: em muitos terreiros de candomblé, o local onde são preparadas as comidas dos orixás é o mesmo onde são feitas as comidas do dia a dia. A separação, porém, é realizada de forma bastante visível e determinada. Muitas vezes se reserva para as comidas de santo um fogão especial, enquanto a outra permanece num fogão menor. É muito difícil encontrar as panelas dos orixás junto de outras panelas, bem como misturar os utensílios destas duas cozinhas. Também ocorrem preferências e repugnâncias por determinados alimentos. Uma mesma oferenda pode ser servida a um orixá e ser considerada uma grande ofensa se oferecida a outro. Eu também ia rodar a baiana – com o perdão do trocadilho. 

Assim como no judaísmo, membros do candomblé têm sua alimentação diferenciada de acordo com o período da vida religiosa que está passando. Visto que tanto numa crença quanto na outra acontecem divisões por hierarquia. Lá em casa também é assim. Existe um nível de hierarquia. No caso, meu pai, mais velho e mais sábio, cozinha. E eu, mais jovem e em fase de crescimento (lateral), como... Tudo (!)

Estudando esse tema, fiquei divagando e me peguei pensando quão importante é uma boa comilança na caracterização de uma comunidade. E notemos: as diversas religiões até se distinguem na crença, porém não no protocolo!

Esse papo abriu meu apetite! Tem um fast food no melhor estilo estadunidense me esperando ali na esquina!
  

5 de abril de 2011

Eu. Sem açúcar!

Veja aí pra mim: uma xícara de personalidade com uma colher de mau pra quebrar um pouco do bom. E bastante inconstância pr'eu não sentir o gosto da rotina. Ah! Também veja uma porção de saudade que é pra lembrar o sabor de ontem! Vou consumir agora. Amanhã pode ser tarde. Mas em todo caso coloca meia dúzia de sonhos na sacola - vai que o futuro existe, né?! Põe tudo na minha conta. Sempre pago pra ver.

23 de março de 2011

Amigos para sempre

Ligar-te-ia dia sim, dia certeza pra lhe falar da beleza que é estar enamorado
Far-te-ia um pulôver de crochê e abraçaria você no edredom enrolado
Apaixonar-me-ia se pudesse
Mas nem que quisesse estaria apaixonado!
Porque o inverno se aproxima e a amizade que apreço tornar-se-ia passado
Não comprometo a ternura de ser sempre um amigo à possibilidade a de ser namorado.

13 de março de 2011

O Brinde

Foi ao encontro de algo para comemorar a nova união. Algo simbólico, útil e ainda assim romântico.
Bons apreciadores de vinho ficariam bastante satisfeitos com um belo par de taças. Resolveu levá-las.
Refletiam sorrisos.
Era boa a sensação de amar.
Noites boas, bons vinhos.
Noites boas, vinhos melhores.
Refletiam lágrimas.
As taças.
Foram ao encontro um do outro... até chocarem-se.
Pedaços pelo chão cortavam os corpos amantes.
Sangravam.
Ontem foram-se as taças, uma ao encontro da outra, até chocarem-se.
Era vidro e se quebrou.
...O amor. As taças eram cristal.

9 de fevereiro de 2011

O amor pela expressão

Um papel em branco espera por mim. Cada rabisco vem representar um anseio reprimido. Tão tímido, o pobre... revela-se apenas em grafite.
Me recuso... insistente ele me chama. Vou socorrer! Não posso abandonar o amigo mais fiel. Expressa-te, desejo! Diga a que veio! A borracha está aqui para ampará-lo caso demonstre além.
Lá vêm elas. Escolho uma. Sorrateira, de mãos dadas com a próxima. Elas têm vida própria! Quando me dou conta, instalaram-se todas diante dos meu olhos. Formando um pensamento que é só meu. E elas combinam-se tão bem. Por vezes tristes ou saudosas - a culpa é minha! Apenas representam o meu papel... no papel que eu escrevi. Palavras...
Textos de entrada e desenhos de sobremesa. Um verdadeiro banquete aos paladares gráficos! Entre romances e tragédias me vêm a mente meia dúzia de traços!
Que, um dia, todas as minhas palavras tontas agradem teus ouvidos exigentes... e cada rabisco atinja teus olhos como boas lentes a olhos cansados. A expressão, como forma de arte, é dependente de intérpretes... nem sempre atentos.

6 de fevereiro de 2011

O início

Eu queria postar uma coisa bacana.
Queria me explicar, falar de mim...
Queria uma entrada triunfal ou coisa do gênero.
Depois pensei em postar um daqueles 37489346378657 textos que eu tenho guardados.
N'um estalo, desses vitais, me peguei pensando que, na vida, as coisas mais legais começam assim, despretensiosas! Sem querer, às vezes. Casualmente.
E, como tudo, não tenho certeza... apenas acho que gosto disso.

Olá!