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28 de abril de 2015

Sobre hoje

E quando você vê o jornal, e ouve sobre as catástrofes, e sente a dor, e chora, e lamenta, e cai, e olha pra dentro, e se pergunta de onde viemos, pra onde vamos, e se questiona sobre o que realmente importa, por que estamos aqui, a razão da nossa existência... Quando conclui algo, qualquer coisa, isso sequer é um pensamento. Eu chamo de amor.

2 de abril de 2014

Mágoas passadas renovam caminhos

Resolvi não guardar mais mágoa. Ocupa muito espaço no peito. 

Eu já não podia sentir mais nada, o coração estava apertado. 

Joguei tudo fora.

É hora de preencher com amor, não se pode desperdiçar espaço.

15 de novembro de 2013

O amor e outras drogas

Entre o amor e os outros vícios é preciso manter-se saudável. 

Ame só de vez em quando. Entre um porre e outro trago.

22 de agosto de 2013

8 de julho de 2013

Um título para o sentimento


A primeira sensação é a de respeito. Uma espécie de manto sagrado que cobre tudo que estiver relacionado a Ela. Em um segundo momento sente-se admiração. Cada gesto, cada palavra, toda a vida Dela é registrada e guardada no fundo do seu âmago como um exemplo a seguir. A essa altura o sentimento de carinho transborda. O toque e a presença. Tudo cercado de muita atenção e cuidado.

Uma pausa. Uma análise.

Agora, o ponto é sofrível. Medo, angústia, saudade... Uma dor. A possibilidade da perda apavora.
Compaixão e ternura envolvem toda a sequência de emoções.

Não espere um final para esta sensação. É algo muito longo, diria infinito. O tempo da vida é um espaço breve.

A ligação, que une uma pessoa a outra, é uma sensação. Subdividida em várias outras (pra ficar didático).  Intangível e inexplicável. Algo sobre-humano... O que chamamos de Deus (e nem importa a doutrina de cada um).

Uma energia indescritível resume, mas paira sobre isso uma curiosidade acerca dos detalhes que, na mente individual, cria a definição particular de amor.

21 de maio de 2012

7 de dezembro de 2011

Introspecto

Se quiser falar comigo escreva-me uma carta que toque meu coração... Vou-me embora para dentro. Já me externei demais.

25 de outubro de 2011

Socorro! É Amor!

Post interativo via Facebook produzido em parceria com Braulio Pereira Filho.

"Eu entrava pela porta da sala quando o Amor me ameaçou com uma faca no pescoço!
Na mesma hora gritei por Socorro.
Foi então que ela me disse:
- Ele veio a meu mando!

Socorro então, pediu gentilmente ao Amor que abaixasse a faca. Em silêncio, então, o Amor se afastou de mim...

Socorro percebeu que eu precisava apenas dela e não do seu Amor.

Contrariado e relutante, o Amor custou a acreditar no que via.

E voltou a me ameaçar. Mas Socorro sabia que devia impedi-lo! Afinal fora ela que o trouxera até aqui.

Socorro é moça danada. Logo notou que o amor estragaria tudo.

O ódio tomou conta do corpo de Amor, um misto de tristeza e angústia, por saber que a estava perdendo. Gritou então:
- Socorro! Não me deixe!

Finalmente via-me livre do Amor!
Logo, não precisava mais de Socorro!

FIM"

Foi espontâneo, eu publicando uma mensagem e ele a seguinte.


hahaha ...me diverti!

26 de setembro de 2011

Amor a nós


Se o lixo não me derrubasse ao chão. Assim como os carros não me causassem pavor ao atravessar as ruas. Se me dissessem bom dia, boa tarde e boa noite e ainda assim me agradecessem a gentileza de lhes abrir o portão. Se cada um fizesse sua parte. E se todos tivéssemos educação. E se eu parasse de imaginar. E se eu percebesse que 'se' não existe. E que realidade é como disseram: questão de percepção...

Ainda não perceberam que a gente junto seria melhor se a gente sozinho fosse também.


Amem!

Amém!

23 de março de 2011

Amigos para sempre

Ligar-te-ia dia sim, dia certeza pra lhe falar da beleza que é estar enamorado
Far-te-ia um pulôver de crochê e abraçaria você no edredom enrolado
Apaixonar-me-ia se pudesse
Mas nem que quisesse estaria apaixonado!
Porque o inverno se aproxima e a amizade que apreço tornar-se-ia passado
Não comprometo a ternura de ser sempre um amigo à possibilidade a de ser namorado.

13 de março de 2011

O Brinde

Foi ao encontro de algo para comemorar a nova união. Algo simbólico, útil e ainda assim romântico.
Bons apreciadores de vinho ficariam bastante satisfeitos com um belo par de taças. Resolveu levá-las.
Refletiam sorrisos.
Era boa a sensação de amar.
Noites boas, bons vinhos.
Noites boas, vinhos melhores.
Refletiam lágrimas.
As taças.
Foram ao encontro um do outro... até chocarem-se.
Pedaços pelo chão cortavam os corpos amantes.
Sangravam.
Ontem foram-se as taças, uma ao encontro da outra, até chocarem-se.
Era vidro e se quebrou.
...O amor. As taças eram cristal.